a autora
o backstage
o palco
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só um pé na meia-ponta
domingo, 5 de outubro de 2014 at 18:16
Com meus passos fracos na meia-ponta, eu me desequilibro e mais uma vez vou ao chão. Uma gota quente escorre pelo meu rosto enquanto várias outras (gotas) geladas atacam meu corpo, sem se importar com a minha dor. E quem se importar? Eu me importo? Eu corro para os mesmos colos familiares que já são famosos por me magoarem, mas eu ainda assim confio. Por que eu confio? Então eu caio. Caio no buraco frio e escuro que é a minha depressão. Coitadinha dela...
Ainda perdida, eu tento gritar por ajuda, mas sou orgulhosa demais para isso. Sou medrosa demais para isso? Tem três mãos esticadas para mim, oferecendo-me tudo o que têm no mundo. E eu não aceito. Um por um, vão embora. E eu ainda não aceito minha solidão, não aceito nenhuma companhia. Eu tento dançar, mas ainda não posso. Eu vivo escorregando na meia-ponta.
você sabe o que é, mas pode ver?
sábado, 15 de fevereiro de 2014 at 16:01
Não é burrice pensar que pode vencer o homem invisível? O homem invisível é invencível. Irreconhecível. Imbatível. E sabe o que é pior? O home invisível (que não necessariamente é homem) é seu pior inimigo.
Marcadores: cabeça, consciente, depressão, homem, inimigos, invisível, medo
na Europa vou caçar
terça-feira, 18 de setembro de 2012 at 01:21
Bateu uma vontade repentina de ir para a Europa caçar memórias. Vou caçar memórias na Europa. Itália e suas vielas rústicas, Paris e toda a sua classe. Porque eu quero caçar memórias na Europa e na Europa eu vou caçar. E quando o meu amor achar que já está na hora de aparecer, deixo um bilhete dizendo fui para a Europa. E só poderei caçar memórias quando lá ele me encontrar. Marcadores: Europa, Itália, memórias, o enamorado, Paris, sonhos
mergulhei em mar de lágrimas quando você disse que me amava
sexta-feira, 7 de setembro de 2012 at 07:18
Mergulhei em mar de lágrimas quando você disse que me amava. Ah, amor, não vê que é tudo culpa do amor? Porque eu e ele estávamos chorando, só que as lágrimas dele eu sequei com um beijo, porque nem de felicidade eu queria vê-lo chorar. E eu não sei porque falam tanto desses tais de Romeu e Julieta, mas te digo uma coisa: Nossa história é bem melhor. Marcadores: amor, lágrimas, mar de lágrimas, Romeu e Julieta
tarde de velas, noite de jazz
at 07:09
O desejo de amar veio rasgando em mim. Amar um homem, amar uma criança, amar de supetão um prato caseiro de gnocchi ao molho de tomate. E suco de uva, porque não podemos dá álcool aos nossos filhos. Ouvir jazz e iluminar a sala a luz de velas. "Sorria, querida, estamos na França" e eu sorria, e beijava a criança, e te abraçava tão forte que ficávamos grudados pelo resto da noite. Era algo que poderia dizer aos netos; "E as amigas, a vizinha, a sua mãe...". Mas, no fundo, eu sabia que não compartilharia nada disso para ninguém. Essa história era minha e só nossa. E principalmente não contaria aquilo que nós fizemos no quarto, depois de colocar a garotinha para dormir.Marcadores: família, França, futuro, gnocchi, histórias, Itália, jazz, sonhos, suco de uva
olhares desviados
quarta-feira, 5 de setembro de 2012 at 18:37
O tempo passa e você passa do meu lado, mas eu tento não olhar. Eu sempre olho para o outro lado. Quando eu vejo, já estou assim há mais de uma semana. Eu te espero eternamente, eu fico sonhando com você deitada na cama. Redes sociais, manhãs tediosas, dias de dúvida, dias de prova. Fico buscando sinais, me afogando em uma poça de esperança, criando uma torcida para nós dois. Nós dois? Quando o medo bate, penso que é melhor que as coisas continuem assim. Mas, querido, quando eu sinto a coragem, dá vontade de provas seus lábios, ah dá. "Amor", por que eu te chamo assim, se você certamente nem olha para mim? Marcadores: amor platônico, esperança, olhares, paixão, rejeição, sinais
mudanças
segunda-feira, 18 de junho de 2012 at 16:58
Eu estou mudando algumas coisas na minha vida. Vou cortar o cabelo, perder alguns quilos, talvez ir na praia, fazer cupcakes, ir mais ao cinema, comprar novos livros, amar de mais e me importar de menos. Dá novas chances para outros garotos e quem sabe não encontro um melhor amigo melhor que você? Vou parar de pensar em você, falar de você, imaginar você, vou até parar de escrever sobre você. Eu estou mesmo mudando algumas coisas na minha vida, então se de repente você se lembrar que eu existo e ver que eu estou melhor do que nunca, por favor, perceba que uma das coisas que mudei foi você. Mudei você de lugar, tirei da minha cabeça e deixei de lado. Aí a gente finalmente vai ter paz. Aí finalmente eu vou ter desistido. Aí finalmente nossa história vai acabar de vez. Marcadores: cupcakes, ele, fim, mudanças
Julieta sem Romeu
sinopse
A heroína das minhas próprias histórias, ou das histórias de ninguém. A amante da poesia e da literatura, casada com o cinema, amiga do teatro. O puro significado da opressão de um sentimento livre. A pura essência do que não é puro. A sonhadora, como todos diriam. Como todos pensam. Tentando escolher entre o mundo real e o seu próprio mundo. Buscando encher o coração de paixão. A garota da porta ao lado, comum, tímida... ou a garota que ninguem conhece, maliciosa, atrás de um segredo. Talvez, várias facetas. Várias faces de um espelho. Afinal, a lua tem dois lados. E borboletas douradas não podem voar, mas a esperança é a única que morre.
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só um pé na meia-ponta
domingo, 5 de outubro de 2014 at 18:16
Com meus passos fracos na meia-ponta, eu me desequilibro e mais uma vez vou ao chão. Uma gota quente escorre pelo meu rosto enquanto várias outras (gotas) geladas atacam meu corpo, sem se importar com a minha dor. E quem se importar? Eu me importo? Eu corro para os mesmos colos familiares que já são famosos por me magoarem, mas eu ainda assim confio. Por que eu confio? Então eu caio. Caio no buraco frio e escuro que é a minha depressão. Coitadinha dela...
Ainda perdida, eu tento gritar por ajuda, mas sou orgulhosa demais para isso. Sou medrosa demais para isso? Tem três mãos esticadas para mim, oferecendo-me tudo o que têm no mundo. E eu não aceito. Um por um, vão embora. E eu ainda não aceito minha solidão, não aceito nenhuma companhia. Eu tento dançar, mas ainda não posso. Eu vivo escorregando na meia-ponta.
você sabe o que é, mas pode ver?
sábado, 15 de fevereiro de 2014 at 16:01
Não é burrice pensar que pode vencer o homem invisível? O homem invisível é invencível. Irreconhecível. Imbatível. E sabe o que é pior? O home invisível (que não necessariamente é homem) é seu pior inimigo.
Marcadores: cabeça, consciente, depressão, homem, inimigos, invisível, medo
na Europa vou caçar
terça-feira, 18 de setembro de 2012 at 01:21
Bateu uma vontade repentina de ir para a Europa caçar memórias. Vou caçar memórias na Europa. Itália e suas vielas rústicas, Paris e toda a sua classe. Porque eu quero caçar memórias na Europa e na Europa eu vou caçar. E quando o meu amor achar que já está na hora de aparecer, deixo um bilhete dizendo fui para a Europa. E só poderei caçar memórias quando lá ele me encontrar. Marcadores: Europa, Itália, memórias, o enamorado, Paris, sonhos
mergulhei em mar de lágrimas quando você disse que me amava
sexta-feira, 7 de setembro de 2012 at 07:18
Mergulhei em mar de lágrimas quando você disse que me amava. Ah, amor, não vê que é tudo culpa do amor? Porque eu e ele estávamos chorando, só que as lágrimas dele eu sequei com um beijo, porque nem de felicidade eu queria vê-lo chorar. E eu não sei porque falam tanto desses tais de Romeu e Julieta, mas te digo uma coisa: Nossa história é bem melhor. Marcadores: amor, lágrimas, mar de lágrimas, Romeu e Julieta
tarde de velas, noite de jazz
at 07:09
O desejo de amar veio rasgando em mim. Amar um homem, amar uma criança, amar de supetão um prato caseiro de gnocchi ao molho de tomate. E suco de uva, porque não podemos dá álcool aos nossos filhos. Ouvir jazz e iluminar a sala a luz de velas. "Sorria, querida, estamos na França" e eu sorria, e beijava a criança, e te abraçava tão forte que ficávamos grudados pelo resto da noite. Era algo que poderia dizer aos netos; "E as amigas, a vizinha, a sua mãe...". Mas, no fundo, eu sabia que não compartilharia nada disso para ninguém. Essa história era minha e só nossa. E principalmente não contaria aquilo que nós fizemos no quarto, depois de colocar a garotinha para dormir.Marcadores: família, França, futuro, gnocchi, histórias, Itália, jazz, sonhos, suco de uva
olhares desviados
quarta-feira, 5 de setembro de 2012 at 18:37
O tempo passa e você passa do meu lado, mas eu tento não olhar. Eu sempre olho para o outro lado. Quando eu vejo, já estou assim há mais de uma semana. Eu te espero eternamente, eu fico sonhando com você deitada na cama. Redes sociais, manhãs tediosas, dias de dúvida, dias de prova. Fico buscando sinais, me afogando em uma poça de esperança, criando uma torcida para nós dois. Nós dois? Quando o medo bate, penso que é melhor que as coisas continuem assim. Mas, querido, quando eu sinto a coragem, dá vontade de provas seus lábios, ah dá. "Amor", por que eu te chamo assim, se você certamente nem olha para mim? Marcadores: amor platônico, esperança, olhares, paixão, rejeição, sinais
mudanças
segunda-feira, 18 de junho de 2012 at 16:58
Eu estou mudando algumas coisas na minha vida. Vou cortar o cabelo, perder alguns quilos, talvez ir na praia, fazer cupcakes, ir mais ao cinema, comprar novos livros, amar de mais e me importar de menos. Dá novas chances para outros garotos e quem sabe não encontro um melhor amigo melhor que você? Vou parar de pensar em você, falar de você, imaginar você, vou até parar de escrever sobre você. Eu estou mesmo mudando algumas coisas na minha vida, então se de repente você se lembrar que eu existo e ver que eu estou melhor do que nunca, por favor, perceba que uma das coisas que mudei foi você. Mudei você de lugar, tirei da minha cabeça e deixei de lado. Aí a gente finalmente vai ter paz. Aí finalmente eu vou ter desistido. Aí finalmente nossa história vai acabar de vez. Marcadores: cupcakes, ele, fim, mudanças
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