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bizarras observações sobre o jeito que ela entrou no nosso caminho
sábado, 16 de junho de 2012 at 04:52
Eu sentei no sofá com filmes antigos e torradas, esperando a dor passar. Não que eu não queira que ele seja feliz, não é isso. Eu só não estava preparada ainda. De qualquer forma, eu estava no sofá, assistindo algum filme de comédia dos anos 50, prestando mais atenção nos meus pensamentos do que na tela, quando me veio o desejo de sentar na janela e esperar meu príncipe encantado. Sabe, eu nunca o vi. Eu não faço ideia de como ele é ou será. Eu não sei seu nome, sua idade ou identidade. Eu não sei se ele é baixo, loiro, moreno ou magro. Olhos azuis? Olhos castanhos? Depois eu pensei nele novamente. E tentei visualizá-lo como meu príncipe encantado. Eu ainda não conseguia vê-lo daquele jeito, mas eu imaginava se aquela garota, meu motivo de discórdia e ciúmes, não seria sua donzela indefesa.Marcadores: ciúmes, ele, filmes antigos, príncipe encantado, torradas
Julieta sem Romeu
sinopse
A heroína das minhas próprias histórias, ou das histórias de ninguém. A amante da poesia e da literatura, casada com o cinema, amiga do teatro. O puro significado da opressão de um sentimento livre. A pura essência do que não é puro. A sonhadora, como todos diriam. Como todos pensam. Tentando escolher entre o mundo real e o seu próprio mundo. Buscando encher o coração de paixão. A garota da porta ao lado, comum, tímida... ou a garota que ninguem conhece, maliciosa, atrás de um segredo. Talvez, várias facetas. Várias faces de um espelho. Afinal, a lua tem dois lados. E borboletas douradas não podem voar, mas a esperança é a única que morre.
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bizarras observações sobre o jeito que ela entrou no nosso caminho
sábado, 16 de junho de 2012 at 04:52
Eu sentei no sofá com filmes antigos e torradas, esperando a dor passar. Não que eu não queira que ele seja feliz, não é isso. Eu só não estava preparada ainda. De qualquer forma, eu estava no sofá, assistindo algum filme de comédia dos anos 50, prestando mais atenção nos meus pensamentos do que na tela, quando me veio o desejo de sentar na janela e esperar meu príncipe encantado. Sabe, eu nunca o vi. Eu não faço ideia de como ele é ou será. Eu não sei seu nome, sua idade ou identidade. Eu não sei se ele é baixo, loiro, moreno ou magro. Olhos azuis? Olhos castanhos? Depois eu pensei nele novamente. E tentei visualizá-lo como meu príncipe encantado. Eu ainda não conseguia vê-lo daquele jeito, mas eu imaginava se aquela garota, meu motivo de discórdia e ciúmes, não seria sua donzela indefesa.Marcadores: ciúmes, ele, filmes antigos, príncipe encantado, torradas
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